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quarta-feira, 23 de maio de 2012


Livro: Em Busca de Curitiba Perdida
Autor : Dalton Trevisan
Editora: Record
Páginas: 126 páginas
Valor: R$ 29,90
Pedidos: (41) 3264-3484 ou chain@onda.com.br

     
      Nacionalmente reconhecido por seu trabalho, o autor Dalton Trevisan, cidadão do Paraná e recebeu recentemente o maior prêmio da literatura portuguesa, o Prêmio Camões que premia escritores da língua.
      Em homenagem a ele, o livro da semana "Em Busca de Curitiba Perdida", um clássico com mais de doze edições, onde vários textos são reunidos, contos, crônicas e poemas, já publicados anteriormente com algumas alterações.
      Ele faz uma viagem pela antiga cidade, conta sobre Chico que acaba só e doente na pensão Nápoles, fala sobre o fim e o juízo da cidade, tem um diário que morre em uma calçada, um jovem que fica observado às moças na Rua das Flores, os bêbados que comem ingá na beira do Rio Belém esperando a morte chegar, tem duas gorduchas que conversam sobre receitas, um garçom casado do Juvevê e que é um bom homem, o narrador desabafa a vontade de ir embora de Curitiba, conta sobre a mulher que coloca a mãe em um asilo, tem também uma crítica do autor sobre outros poetas, fala de um galã que se apaixona por uma bailarina, o fim da Igreja Central que ensurdecia os vizinhos com o som utilizado nos cultos, na história de João que é aconselhado por um amigo a esquecer da ex-mulher arrumando outra, Dalton critica novamente os escritores, conta sobre uma prostituta que pega carona com um caminhoneiro, defende a mulher feia, fala de um bêbado que bate nas cinco filhas e na mulher, lembra das antigas personalidades de Curitiba, conta cinco piadas e por fim um poema com sua última crítica sobre a Curitiba atual.
      Dalton recorda seus desejos de uma Curitiba que é real para ele, investigando todas as faces dessa cidade misteriosa. Uma conquista, para nós paranaenses, esse prêmio recebido pelo autor conterrâneo Dalton Trevisan.

domingo, 30 de outubro de 2011

Juiz mostra na prática como fazer justiça

Magistrado consegue o difícil equilíbrio das decisões tendo de um lado o clamor popular e de outro o rigor da Constituição

 
      Se fosse um juiz de futebol, Carlos Alberto Ritzmann, 47 anos, não seria um árbitro caseiro, daqueles que apitam para a torcida. O juiz criminal de Araucária, na região metropolitana de Curitiba, cumpre o que lhe cabe com rigor, sem mais nem menos. Exatamente por isso a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da seção paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil rasgou elogios recentemente ao trabalho de Ritzmann, por ele fazer o que todos os magistrados deveriam: cumprir sua obrigação com precisão.
      Ritzmann chamou a atenção da vice-presidente da Comissão, Isabel Kugler Mendes, ao cumprir à risca as visitas às carceragens de cidades por onde passou e agora na delegacia de Araucária. O monitoramento das cadeias é responsabilidade de todo magistrado criminal em comarcas onde não há uma vara de execução penal.
      Essa firmeza de opinião nem sempre combina com todas as dúvidas que antecedem as decisões judiciais: defender a sociedade com base no apelo popular em um caso estarrecedor ou aplicar com rigor a Constituição Federal. Essa questão muitas vezes paira na ponta da caneta de um juiz criminal, que sofre sempre com a pressão de punir um suspeito acusado de graves crimes e com investigações policiais mal concebidas.
      A resposta do juiz de Araucária é simples. Aplicando a Cons­ti­­tuição, o magistrado defende a sociedade. Com ar sereno e uma desenvoltura para falar dos problemas de segurança que assolam o estado, Ritzmann consegue olhar do alto de sua experiência de quem já passou por dez estados brasileiros verificando as cadeias e presídios pelo mutirão carcerário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
      “A sociedade precisa discutir e descobrir que tipo de preso ela quer que saia das cadeias, porque cedo ou tarde eles vão sair. Queremos um monstro ou alguém que saia pelo menos com condições de se inserir na sociedade?”, pergunta. No Brasil, a pena máxima é de 30 anos. Na avaliação dele, o maior problema da segurança pública do Paraná é a superpopulação carcerária e a falta de ressocialização. “Afinal, o crime organizado acaba comandando de dentro das cadeias também”, lembra.
      Articulado, Ritzmann até já deu sugestões para melhorar a carceragem da cidade. Segundo ele, seria necessária uma unidade com cerca de 90 vagas para atender a demanda local. Ele chegou à marca incomum de dez audiências por dia. Em meio a tantos processos esparramados pela vara e “organizados” por ordem de prioridade, Ritzmann vê a possibilidade de o time da Justiça reverter o placar adverso. “Estou bastante motivado e esperançoso que as coisas melhorem.”

Escolha
      Ritzmann é curitibano e optou pela Justiça criminal porque acredita que faria mais diferença na sociedade. Tomou posse em 1994 e já passou por cidades como Mangueirinha, Arapongas e Ibaiti. Antes de chegar a Araucária, estava no Tribunal do Júri, em Curitiba.
     “No processo penal, é diferente. Se você vê um preso há muito tempo, o juiz não pode ficar inerte aguardando um advogado entrar com um pedido de liberdade. O juiz tem a obrigação de interceder na tentativa de regularizar tudo isso”, afirma, com a qualidade de um magistrado que cumpre quase sempre rigorosamente com o prazo de 90 dias para a primeira audiência do réu preso.

Estado
       O juiz é um crítico ferrenho do sistema carcerário atual. Lembra que atualmente o primeiro a não cumprir a lei é o próprio Estado, quando não dá o direito aos presos de permanecerem reclusos em locais adequados, longe das delegacias. “O Estado nega ao cidadão aquilo que o próprio Estado diz como deve ser. A lei diz ao preso: ‘Se você trabalhar e estudar, tem direito à remissão da pena’. Mas o Estado o mantém na delegacia e lá não dá nem trabalho e muito menos estudo. Retira dele o direito de diminuir a pena”, exemplifica.
     A saída, segundo Ritzmann, é investimento e boa vontade. No Distrito Federal, como afirma o magistrado, os presos ficam em locais adequados e as audiências são realizadas por vídeo-conferência, evitando a entrada e saída dos detentos das cadeias. “Isso não tem no Paraná. Poderia ser assim em todos os estados”. Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, recorda Ritzmann, há também um sistema interessante. Um dos presídios tem parceria com o Senac que possibilita cursos e trabalho aos detentos.
 

sábado, 22 de outubro de 2011

Livro da Semana - "Infinita Sinfonia"

      No programa de quarta-feira da Maria Rafart, Transamérica Light 95.1, nossa livraria recomendou o livro "Infinita Sinfonia" da curitibana Helena Kolody.

      Tal obra composta de poemas da autora, acompanha um CD de áudio, o qual Helena Kolody interpreta um de seus poemas e alguns compositores transformam 14 destes em música.

      Um livro e um CD fascinante!




Livro: Infinita Sinfonia
Autora: Helena Kolody
Editora: Edição do autor
Páginas: 256 páginas
Valor: R$ 40,00

Pedidos: (41) 3264-3484 ou chain@onda.com.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Livro sobre Zilda Arns é editado pela Livraria do Chain


Livro sobre vida e obra de Zilda Arns

A médica pediatra e sanitarista Zilda Arns (25/08/1934 -12/01/2010) foi moradora e professora do bairro Água Verde. Em nossa região ela deixou diversos parentes, entre os quais o atual vice-governador, Flávio Arns.
Ela teve uma trajetória de vida inspiradora e sempre voltada a fazer o bem. Seus atos continuam servindo de exemplo a ser seguido e sua lembrança será mantida sempre no coração daqueles que a conheceram.
Muitos, não cansam de homenageá-la. Entre eles, sua irmã Otília Arns, que acaba de lançar o livro Zilda Arns, a trajetória da médica missionária. A obra está com sua primeira edição praticamente esgotada e, em breve, deve ter lançada uma segunda edição.
“Despedi-me de Zilda antes de ela ir para o Haiti (onde a médica faleceu, vítima de um terremoto que atingiu a cidade de porto Príncipe) e, logo que tive a notícia de seu falecimento, imaginei que as pessoas conheciam muito sobre a Pastoral da Criança (entidade fundada por Zilda, em 1983), mas pouco sobre a vida de minha irmã. Foi então que tive a ideia de escrever o livro”, diz Otília.
Através da obra, é possível saber sobre os antepassados paternos e maternos de Zilda, seu nascimento e infância na cidade de Forquilhinha (SC), seu preparo para seguir a Medicina, seus filhos e a criação e desenvolvimento da Pastoral da Criança.
“Zilda foi muito cedo estimulada a ajudar as pessoas. Desde bastante pequena, ela ajudava a mãe a cuidar de crianças carentes e a fazer curativos. A mãe foi a grande incentivadora para que Zilda se tornasse médica”, afirma. 
No livro, com a ajuda do vice-governador Flávio Arns, Otília não exclui informações sobre a última palestra de Zilda no Haiti, sobre a busca pelo corpo da médica, o velório (no Palácio das Araucárias, onde centenas de pessoas formaram fila para dar o último adeus à médica) e as missas de corpo presente realizadas em Curitiba.
“Tia Zilda morreu em missão, no trabalho a favor do ser humano, para promover “vida e vida em plenitude’, no Brasil e no mundo”, comenta Flávio, em seu depoimento expresso no livro.

Serviço 
Zilda Arns, a trajetória da médica missionária foi editado pela Livraria do Chain e é comercializado ao preço acessível de R$ 29. Das unidades já vendidas, parte do valor arrecadado foi destinado à casa de treinamento da Pastoral da Criança localizada em Forquilhinha.
A Editora Livraria do Chain é hoje uma das principais incentivadoras dos novos autores, notadamente paranaenses.

Fonte: Jornal Água Verde

sábado, 20 de agosto de 2011

Livro da Semana - "Universidade do Mate"

Valorize o que é daqui!

A Universidade Federal do Paraná é a mais antiga universidade do Brasil e símbolo de Curitiba. Envolta por uma história de muitas conquistas, desde 1912 a UFPR é referência no ensino superior para o Estado e para o Brasil. Ruy Christovam Wachowicz faz um trabalho meticuloso sobre o panorama político e os fatores que levaram à criação da Universidade Federal do Paraná, que este ano comemora 100 anos. Em Universidade do mate, Wachowicz conta a história da UFPR desde seus primórdios, no fim do século XIX, até sua consagração como uma das mais importantes universidades do Brasil. Consegue assim revelar o que há de heróico nos indivíduos que trabalharam na construção de um corpo coletivo. 

Livro: Universidade do Mate. História da UFPR
Autor: Ruy Christovam Wachowicz
Editora: UFPR
Páginas: 221 páginas
Valor: R$ 27,00

Pedidos: (41) 3264-3484 ou chain@onda.com.br

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Curitiba tem a melhor Livraria

        Uma pesquisa realizada pelo jornal Folha de São Paulo avaliou 69 Livrarias de 17 cidades Brasileiras.   
          Nesta sondagem a Livraria do Chain de Curitiba apareceu na melhor classificação.
          O acervo, a facilidade de acesso, o atendimento, bem como a variedade de títulos pesaram com a maior pontuação. Para os Paranaenses foi uma surpresa agradável, mas o Chain modestamente disse que já sabia.
          Depois desta pesquisa nunca houve mais nenhuma, mas acreditamos continuar sendo a melhor.





Lançamento da Editora do Chain: "Sem Família"

Lançamento da Livraria do Chain é um convite a uma viagem fascinante

           O livro conta a história de Renato, um menino que aos 8 anos descobre que a mulher carinhosa que cuida dele não é sua mãe. Não bastasse esse drama, ele é vendido pelo pai adotivo para Vitalis, um velho cantor ambulante. É junto com esse artista e com os demais membros da simpática trupe, três cachorrinhos e o macaco Boa Vida, que começa a sua comovente e atribulada jornada pela França e Inglaterra em busca de seus verdadeiros pais.
Nesse trajeto, passa por situações felizes e engraçadas, mas também se depara com exemplos duros da crueldade humana, é vítima de preconceitos, passa fome, é explorado por ladrões. Amadurece precocemente, mas sem abrir mão de sua dignidade. E da ternura.
Embora escrito há 132 anos, Sem Família continua extremamente atual. Ao mesmo tempo em que denuncia a exploração e maus tratos aos quais as crianças eram submetidas então (e que infelizmente ainda atinge milhões de crianças no mundo), Malot fala de sentimentos universais e atemporais.
Tanto que já foi traduzido praticamente em todo o mundo e continua fascinando quem o descobre ou quem volta a viajar nele.
Uma leitura clássica para presentear toda à  família e amigos.

Depois da leitura de um livro, você não é mais o mesmo”.   Aramis Chain

             


Título: Sem Família (Sans Famile)
Autor: Hector Malot
Tradução: Virgínia Lefevre
Editora: Editora do Chain
Páginas: 272
Ilustrações: Poty Lazzarotto
Preço lançamento: R$ 29,00

Nas boas livrarias e na Livraria do Chain, pedidos (41)3264-3484 ou chain@onda.com.br